Lisboa | Chiado, Bairro Alto e Rossio
Lisboa
Chiado, Bairro Alto
Rua Garret - É a principal artéria do Chiado. Já foi polo intelectual de Lisboa no século 20 e hoje é ponto de encontro para uma bebida antes do jantar que, provavelmente, vai acontecer no vizinho Bairro Alto. A via, cheia de prédios Art Nouveau, acolhe diversas livrarias importantes e centenárias, entre elas a Bertrand, a primeira da cidade — fundada há mais de 280 anos.
Cervejaria Trindade ao fundo. O restaurante funciona no antigo Convento dos Frades do século 13, mais conhecido como Convento da Santíssima Trindade e funciona desde 1836. É a cervejaria mais antiga do país e faz parte do Patrimônio Cultural da Cidade.
Bar Carioca da Trindade
Um ótimo lugar para uma parada após a subida, que não é mole, boa cerveja e petiscos maravilhosos.
Um ótimo lugar para uma parada após a subida, que não é mole, boa cerveja e petiscos maravilhosos.
Teatro da Trindade - é uma sala de espetáculos de Lisboa, situada no Chiado, freguesia do Sacramento. Foi construído no século XIX, na rua Nova da Trindade, próximo do largo Rafael Bordalo Pinheiro e do largo do Carmo.
O Café À Brasileira - é outro ícone da rua. Era aqui que se reuniam as grandes personalidades da cultura portuguesa como o escritor Fernando Pessoa.
A estátua do poeta que fica em frente ao café é ponto estratégico para aquela foto que você vai levar feliz da vida para casa.

A estátua de Fernando pessoa e a performance de um artista de rua.
A Igreja Nossa senhora do Loreto, conhecida como Igreja dos Italianos, encontra-se na Baixa Lisboeta, junto ao Chiado e à Praça Camões, em frente ao Bairro Alto.
Praça Luís de Camões
Separa o Chiado do Bairro Alto. Bem no centro da praça há uma estátua do poeta imortal Luís de Camões, autor d’Os Lusíadas. O consulado do Brasil está aqui. O Eléctrico 28 (bondinho) tem ponto de parada na praça. Uma das unidades da padaria A Portuguesa está em frente à praça.
O famoso bondinho nº 28
ANDANDO NO
BAIRRO DO CHIADO E BAIRRO ALTO
BAIRRO DO CHIADO E BAIRRO ALTO
Casario com azulejos na fachada recuperados, hoje viraram hotéis.
Lindas paisagens e restaurantes acochegantes
Vista de Lisboa, ao fundo o Castelo de São Jorge na Alfama.
CHEGANDO AO ROSSIO
Praça do Rossio
O Rossio conta com uma das praças mais bonitas de Lisboa. As pessoas passam por
aqui todos os dias, apressando-se para irem trabalhar e raramente reparam na
beleza do que têm à sua volta. Não é apenas a beleza dos seus monumentos e das
suas fontes, ou a sua fascinante história... o Rossio é um livro
vivo.
Recentemente renovado, não perdeu contudo o seu misticismo... Sinta-o no Teatro Nacional D. Maria II, onde muitas peças foram, e são, representadas e vistas por reis e rainhas, nas fontes usadas no início de Outubro para batizar os calouros acabados de entrar na universidade, nos cafés em tempos frequentados por personalidades portuguesas - e... sim... nas castanhas assadas que já se vendem na Praça do Rossio há muitos, muitos anos.
No meio da praça está uma estátua de D. Pedro IV (nosso D. Pedro I) e a seus pés quatro figuras femininas representam a Justiça, a Sabedoria, a Força e a Temperança, qualidades atribuídas a D. Pedro.
A praça, ao início conhecida como 'Praça D. Pedro IV', ficou conhecida como Rossio entre os habitantes locais e continua a ser um ponto de encontro tradicional não só para os lisboetas, como também para todos os que visitam Lisboa.
Recentemente renovado, não perdeu contudo o seu misticismo... Sinta-o no Teatro Nacional D. Maria II, onde muitas peças foram, e são, representadas e vistas por reis e rainhas, nas fontes usadas no início de Outubro para batizar os calouros acabados de entrar na universidade, nos cafés em tempos frequentados por personalidades portuguesas - e... sim... nas castanhas assadas que já se vendem na Praça do Rossio há muitos, muitos anos.
No meio da praça está uma estátua de D. Pedro IV (nosso D. Pedro I) e a seus pés quatro figuras femininas representam a Justiça, a Sabedoria, a Força e a Temperança, qualidades atribuídas a D. Pedro.
A praça, ao início conhecida como 'Praça D. Pedro IV', ficou conhecida como Rossio entre os habitantes locais e continua a ser um ponto de encontro tradicional não só para os lisboetas, como também para todos os que visitam Lisboa.
A Estação Ferroviária do Rossio - Originalmente conhecida como Estação do Rocio ou Estação Central de Lisboa, é uma estação da Linha de Sintra, que serve o centro da cidade de Lisboa, em Portugal.
Em Lisboa, é já considerado ponto histórico. Com estilo clássico, serve os famosos doces portugueses (como o pastel de Belém) desde 1829. Era a confeitaria escolhida para servir a coroa Portuguesa. Fica na praça da Figueira, no Rossio.
LISBOA
Alfama
Castelo de São Jorge
Construído em meados do século XI, a fortificação
preserva, ainda, onze torres e apresenta alguns elementos arquitetônicos
característicos das fortificações militares de época islâmica. Os lanços de
escadas adossados às muralhas dão acesso às ameias e às torres, sendo visitável
em todo o seu perímetro. Em virtude da sua excepcional localização, o Castelo
de S. Jorge destaca-se pelas vistas únicas e majestosas que permite usufruir da
cidade.
LISBOA-BELEM
Monumento aos descobrimentos - Ele foi construído para homenagear os descobrimentos portugueses. Ele tem a forma de uma caravela estilizada, com o escudo de Portugal nos lados e a espada da Casa Real de Avis sobre a entrada. D. Henrique, o Navegador, ergue-se à proa, com uma caravela nas mãos. Em duas filas descendentes, de cada lado do monumento, estão as estátuas de heróis portugueses ligados aos Descobrimentos. No chão há uma rosa dos ventos de 50 metros de diâmetro e um mapa mostrando as rotas dos descobrimentos nos séculos XV e XVI.
Mosteiro dos Jerônimos ao fundo - Construído em 1502, o Mosteiro dos Jerónimos está repleto de referências ao período dos descobrimentos. Tem uma belíssima arquitetura. Na minha opinião, aliás, é o monumento mais lindo de Lisboa. (Lembra muito os Mosteiros de Batalha e Alcobaça, ambos nos arredores da capital). Abriga os restos mortais de Luís de camões e Vasco da Gama. É Patrimônio da Humanidade.
Jardins do Império
Em cinco séculos de história, a Torre de Belém já foi forte, prisão, alfândega e farol, e hoje é o maior símbolo do país – não por acaso, está retratada em dezenas de latas de azeite mundo afora. Originalmente erguida numa ilha no estuário do Tejo, quase no meio do curso do rio – alterações no curso fluvial e aterros a trouxeram junto à margem –, ela servia como baluarte defensivo para o porto em épocas antigas. Sua elaborada ornamentação, típica do estilo manuelino, remete às conquistas no Oriente e traz diversos motivos navais.
















































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