quarta-feira, 14 de outubro de 2015



ALENTEJO
 
ÈVORA - Cada monumento de Évora evoca um período diferente da história. O Templo de Diana remete ao romanos; os edifícios e arcadas da Praça do Giraldo lembram os 450 anos de domínio mouro; e a Igreja de São Francisco ostenta o estilo gótico-manuelino. Não à toa, a cidade foi tombada como Patrimônio Histórico. Ainda que seja comparada a Florença e Sevilha, Évora nunca perdeu a identidade lusitana, evidente no conjunto de casas caiadas e pátios forrados de azulejos. Depois que os árabes foram expulsos dali, no século 12, a monarquia portuguesa tomou conta do pedaço e fez Évora florescer como importante centro de estudos e artes nos séculos 15 e 16. A maior parte das atrações concentra-se dentro das muralhas medievais da Cidade Velha, como a catedral gótica e a Igreja dos Lóios, dedicada a João Evangelista. O labirinto de ruelas pode ser visitado a pé, e guarda vias de nome pitoresco, como a Travessa do Pão Bolorento e a Rua do Imaginário. Mas nenhum templo chama tanto a atenção quanto a Capela dos Ossos, erguida com os esqueletos de 5 mil monges que viveram ali no século 17. No mínimo, sinistro
 



O Templo Romano, em Évora, é um dos mais grandiosos e mais bem preservados templos romanos de toda a Península Ibérica, tendo sido considerado Património Mundial pela UNESCO em 1986. É o ex-libris da      cidade, uma espécie de cartão-de-visita. Olhar para este Templo Romano, também conhecido (erradamente) como Templo de Diana.


As muralhas de Évora


Igreja de São Francisco, onde fica a Capela dos Ossos – com ossos de cerca de 5000 pessoas. 
 



 


































A Igreja de Santo Antão é um monumento religioso da cidade de Évora, situada na praça de Giraldo.




A Basílica Sé de Nossa Senhora da Assunção, mais conhecida por Catedral de Évora, ou simplesmente Sé de Évora, apesar de iniciada em 1186 e consagrada em 1204, esta catedral de granito só ficou pronta em 1250.


 

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